Moovee.me: quase um Twitter de cinema

O Moovee.me tem um conceito muito legal, basicamente funciona como uma rede social sobre cinema: ao entrar na página de um filme você pode ver a opinião de outros usuários sobre a obra e ainda dizer o que achou,  claro, em 140 caracteres. Você pode também seguir o perfil de seus amigos, valorar filmes, criar uma wishlist cinematrográfica e integrar sua conta com o Twitter.

O Moovee.me utiliza a API da Netflix, a maior locadora online dos EUA, usando uma base de dados “a la IMDB“: além de ver informações e opiniões sobre a obra, a partir das páginas dos filmes você pode acessar as dos artistas que estiveram neles e, assim, acabar descobrindo que vai precisar de mais tempo de vida – ou menos tempo de trabalho – para assistir tudo que gostaria. O Sean Pean, por exemplo, me mostrou que andei dando menos atenção a ele do que ele merece.

Um detalhe que me agradou muito foi a configuração de linguagem no perfil do usuário. Além de escolher a língua em que vai escrever suas mensagens e você também seleciona os idiomas em que quer ler as resenhas, ou seja, para mim o sistema filtra as atualizações que estiverem em chinês, dinamarquês e russo ao mesmo tempo em que deixa eu dizer que quero ver todas as mensagens que estiverem em português, inglês e espanhol.

Acredito que é um serviço que pega. A interface simples e bonita ajuda bastante, dá vontade de navegar pelos filmes, deixar uma opinião sobre os favoritos, ver o que os outros estão dizendo. Com certeza é um site que eu consultaria nos dias em que bate aquela vontade de ver um filmezinho. E quem quiser me seguir por lá: http://moovee.me/user/giseleh

Descobri via @skullnu

UPDATE: nem tinha lido no About que o site foi desenvolvido por dois brasileiros, @campezzi and @dsollero, o que o torna o projeto mais legal ainda.

 

 

Hierarquia das Distrações Digitais

 

 

Via um site muito legal para quem gosta de diagramas, infográficos e bacanices visuais: Information is Beautiful.

O Mercado da Comunicação

Pedro Rolla, Diretor de Mídia do Terra, fala sobre o mercado de comunicação.

Vídeo.

Most Awesomest Thing Ever

O que é mais incrível: Star Wars ou giz de cera? Chuck Noris ou chocolate? Um cochilo ou a máquina de escrever?

Este é o tipo de coisa que você tem que responder no site The Most Awesomest Thing Ever, um game da agência americana Big Spaceship.

Até agora as coisas mais incríveis são as seguintes, mas qualquer um pode sugerir outros itens:

1. Internet
2. Life
3. Oxygen
4. Music
5. A Nap
6. Physical intimacy
7. Lasers
8. Technology
9. Lightsaber (Real)
10. Lightning

via Adverblog

JG nem fez 2 anos, mas reconhece mais de 30 marcas

João Guilherme, com 1 ano e 11 meses no vídeo,ainda não consegue pronunciar sílabas corretamente,  mas reconhece com facilidade mais de 30 marcas cujos logotipos são exibidos pelo pai na tela de um computador.

O fato de JG ser filho de dois publicitários diz muito, mas é assustador de qualquer forma. Não quero fazer julgamentos errôneos – embora um punhado de especulações tenham enchido meus pensamentos -  mas confesso que fiquei particularmente desconfiada da “espontaneidade” da memorização do menino em função da última marca exibida.  De qualquer maneira é realmente impressionante!

Via Estalo.

1981: Imagina ler o jornal direto do seu PC?

Levando em conta que, segundo a apresentadora, “leva mais de suas horas para receber todo o texto do jornal pelo telefone”, acho que não vai vingar.

Segundo o Adverlab, a cobertura sobre o iPad não é muito diferente nos dias do hoje:

This news clip about Compuserve’s (?) experimental news delivery service from 30 years ago is a lot like the iPad coverage we have all been enjoying over the past month.  ”Imagine, if you will, sitting down to your morning coffee, turning on your home computer to read the day’s newspaper. Well, it’s not as far-fetched as it may seem.”

Conclusão:
Papel, computador, TV, YouTube, iPad… as tecnologias de distribuição e de acesso mudam, mas o discurso jornalístico continua repetindo as mesmas fórmulas.

Facebook, por South Park

Kyle jogando Farmville no Facebook

Kyle jogando Farmville

No episódio I Have O Friends, do South Park, o Facebook e a dinâmica social que envolve os usuários do site são alvo de piadinhas muito bem construídas e um tanto reais. Uma sátira obrigatória para quem trabalha com social media!

Kyle: I really need a friend.
Stan: I’m here for you.
Kyle: Ok, so get on Facebook and fertilize my crops?

O episódio todo está disponível online no site do programa, mas em inglês e sem legendas.

#hashtags #BBB #lost

marcelo-locke

Na última terça-feira, mais especificamente na noite grande final do Big Brother Brasil 10, presenciamos um marco histórico na comunicação, que foi a total convergência entre TV e Twitter. Ou não.

Dos usuários de Twitter no Brasil que estavam online na noite de terça:

- 98% estavam assistindo o BBB e comentando sobre a final do programa
- 2% estavam reclamando de quem falava de BBB em suas timelines
- 85% estavam falando sobre o último episódio de Lost e de suas aguardadas legendas
- 0% criticavam quem comentava e é fã de Lost

ATENÇÃO: esses dados são totalmente inventados por mim!

O que eu realmente quero dizer é que, olhando a rede de usuários de Twitter ao meu redor – a quem eu chamaria de uma “elite” na internet/sociedade brasileira – ainda não consigo entender duas coisas:

1. Por que dizer que assiste e gosta de Big Brother é feio, mas assumir ser fã de Lost é cool?

2. Por que deixar claro que gosta de novela é ridículo e até vergonhoso, mas conhecer todos os seriados americanos é super bacana e descolado?

Como comunicadora, pesquisadora, profissional, mestre ou whatever de comunicação, acho que eu deveria saber a resposta para estas perguntas, mas juro que até hoje não consegui encontrar uma boa explicação.

Tem uma aí pra mim?

PS. As hashtags no título do post são para brincar como fez o Adverlab