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	<title>giseleh.com &#187; relacionamento</title>
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		<title>No Orkut ou no Facebook, a tortura de saber que amigos para sempre vamos ser</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 13:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Honscha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando comecei a usar o Orkut, em 2004, o que eu achava mais incrível era a possibilidade de achar as pessoas esquecidas em algum cantinho do passado. Retomei o contato com ex-colegas, resgatei amigas queridas e matei a curiosidade sobre o paradeiro de muita gente, foi ótimo. Como o Orkut é o novo RG no Brasil, a fase de reencontrar pessoas já foi, mas a ferramenta ainda serve como ponte para chegar a tanta gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fgiseleh.com%2F2010%2F01%2F15%2Forkut-facebook-amigos-para-sempre%2F&amp;text=No%20Orkut%20ou%20no%20Facebook%2C%20a%20tortura%20de%20saber%20que%20amigos%20para%20sempre%20vamos%20ser&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fgiseleh.com%2F2010%2F01%2F15%2Forkut-facebook-amigos-para-sempre%2F"  class="twitter-share-button" target="_blank" style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://giseleh.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><a href="http://giseleh.com/wp-content/uploads/2010/01/friends1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1154" title="friends" src="http://giseleh.com/wp-content/uploads/2010/01/friends1.jpg" alt="friends" width="503" height="358" /></a></p>
<p>Quando comecei a usar o Orkut, em 2004, o que eu achava mais incrível era a possibilidade de achar as pessoas esquecidas em algum cantinho do passado. Retomei o contato com ex-colegas, resgatei amigas queridas e matei a curiosidade sobre o paradeiro de muita gente, foi ótimo.</p>
<p>Como o Orkut é o novo RG no Brasil, a fase de reencontrar pessoas já foi, mas a ferramenta ainda serve como ponte para chegar a tanta gente que eu conheci nesses quase 30 anos de vida e o dia que eu quiser ir ao encontro de alguém, é só atravessá-la.</p>
<p>O irônico é que de uns tempos pra cá essa maravilha que os sites de relacionamento oferecem tem me deixado bastante angustiada. Todo mundo já leu em algum lugar que é impossível realmente ter mais do que &#8220;x&#8221; amigos, afinal, amizades e relacionamentos requerem dedicação e tempo, esse recurso tão escasso. E se você nunca leu sobre isto, procure posts e artigos da <a href="http://www.raquelrecuero.com" target="_blank">Raquel Recuero</a>.</p>
<p>Atualmente me sinto desconfortável em entrar no Facebook, no Orkut, MSN, Twitter e Gtalk e ver aquela enorme coleção de avatares de gente que passou na minha vida e com quem eu não troco um oi sequer há anos. Muitas dessas pessoas foram &#8211; e de certa forma ainda são &#8211; importantes pra mim. De algumas eu morro de saudades e queria muito voltar a ter um contato mais frequente. Só que isso implica em tomar uma iniciativa, correr o risco de não ser correspondida e, pior ainda, ser correspondida e não conseguir ter a força para sustentar a reconstrução de uma relação que está quietinha adormecida na memória. Aí eu faço nada ou muito pouco: olho as fotos, comento algo, mando parabéns pelo nascimento do filho, pelo aniversário e a vida segue.</p>
<p>Será que eu preciso dessa coleção mesmo? Às vezes penso em cortar de vez esse laço tão frágil e quase invisível que é &#8220;ser amigos&#8221; em rede social. Poder esquecer que algumas pessoas existem iria extinguir a dor de todos os dias perceber a ausência de tanta gente querida na minha vida. E também iria acabar de vez com a culpa que eu sinto por conhecer o caminho pra chegar perto de quem eu gostaria e mesmo assim continuar escolhendo a inércia.</p>
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