Professor Antena ataca outra vez

Wednesday, 12 of March, 2008

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Mentira, nunca mais ouvi falar da banda Professor Antena, eu é que estou atacando de professora novamente: nas terças-feiras visto minha melhor cara de nerd e me transformo na profe do Seminário de Tecnologia e Comunicação, na UFRGS. A experiência faz parte das minhas atividades de mestranda, e se você já me leu antes, pode imaginar que estou feliz e contente com a novidade.

Como não poderia ser diferente, a disciplina tem um blog: o somosnozes.us. Auto explicativo? E claro, os alunos devem criar seus próprios blogs também. E não é que eu já me surpreendi com algumas primeiras postagens? Destaque para os posts: O que significa Web 2.0 para você?, O desafio publicitário na Cibercultura e Claro que eu não sei o que é Cibercultura. Você que também bloga e sabe como é legal quando alguém comenta seus posts, faça novos blogueiros felizes: leia e comente!

Quantas vezes a gente fala no melhor estilo Levy de ser que “qualquer um pode criar um blog”? No entanto, na prática, não é tão fácil assim. Depois de quase seis anos blogando, às vezes esqueço que para criar e manter um blog é preciso um certo esforço, um pouco de dedicação e alguns conhecimentos… Ou professores que vejam sua importância na formação dos futuros comunicadores.

Agradecimentos especiais à Raquel, Alex e Urubu. Quero ser vocês quando eu crescer.

Teacher G. in the house!!!

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Category: Academia, Comunicação, Pesquisa

Procrastinar é…

Thursday, 20 of December, 2007

… debochar do assunto sobre o qual se deveria estar escrevendo um ensaio.

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Uma das avaliações da disciplina de Metodologia de Pesquisa consiste em responder à pergunta: por que escrever uma tese? Escrevi a questão no Google para ver o que aparecia. Veja bem: inspiração antes de começar o trabalho, não ouse pensar que eu faria um CTRL C + CTRL V.

Só que aí eu dei de cara com um post genial, chamado Porque NUNCA escrever uma tese. A inspiração foi para as cucuias, mas dei excelentes risadas. Com certeza alguns pontos se aplicam também a quem está quase escrevendo uma dissertação. Mesmo sem ter pedido a autorização da autora, vou reproduzir alguns trechos aqui, espero que ela não se importe. Mas leiam o blog Público e Privado, há textos muito bons lá. Olha a minha culpa… putz, acabei dando um CTRL C + CRTL V descaradamente. Goddamnit! Ô guria mentirosa!

Algumas das Dez razões para você NUNCA escrever uma tese de doutorado

1. A distância da família. Você nunca recupera o tempo perdido. Não recupera os momentos que poderia ter passado com os filhos e com o marido.

3. Você vira uma alienada(o). Enquanto teus amigos discutem livros que você não teve tempo de ler, filmes que você não pode assistir, as últimas medidas do governo, você fica olhando com cara de tonta(o). Os amigos sequer perguntam a tua opinião.

4. Ninguém vai ler a tua tese de doutorado. Convenhamos, quem vai ler as minúcias entediantes do que você escreveu? Olha, dissertações de mestrado até valem a pena ser lidas. Elas são mais gerais, mais soltas, menos descompromissadas, criativas. Menos – a palavra temida – ”acadêmicas”. A tua tese vai colecionar pó nas estantes de uma (ou duas) bibliotecas.

6. As pessoas se frustram com o teu (parco) conhecimento. Presumem que você saiba tudo sobre a tua área de pesquisa. Quando percebem que você hesita, re-avalia e, até mesmo, questiona as próprias idéias, as pessoas te olham de soslaio, suspeitas… Devem pensar, “essa aí, nunca vai ser doutora”. Os alunos, nossa, esses são os primeiros a atirar pedras. Professor tem que saber tudo, pô! :-)

9. Os (des)encontros com a(o) (des)orientador(a). Você passa meses a fio escrevendo, re-escrevendo, deletando, revisando um capítulo e quando, triunfante, consegue um horário com “Vossa Majestade”, os comentários são, geralmente, críticos. Nenhum orientador elogia. E aí… você começa a duvidar da tua própria capacidade. Droga!

MC, com muito carinho receba este post como felicitações minhas por teres entrado no doutorado. Que surpresa, hein? ;-P

UPDATE: O item 9 eu já ouvi falar que é verdade, isso não quer dizer que se aplica ao meu caso, tá bom, Alex?

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Category: Pesquisa, Procrastinar é...

Autor

Gisele Honscha. 27 anos. Gaúcha. Mestranda em Comunicação e Informação na UFRGS. Especialista em TICs. Publicitária & Jornalista. Blogueira desde 2002. Mãe do Johann. Mulher do Rodrigo. Fã dos livros de Ítalo Calvino, da música do The Gathering e do filme Forrest Gump. Nerd & Proud.