Thursday, 24 of January, 2008
Eu gosto de música gótica. Eu gosto do visual gótico e da arquitetura gótica. Não sou adepta ao estilo de vida nem ao visual, mas me sinto confortável em ambientes góticos. Provavelmente porque o gothic metal é há tempos meu estilo de música favorito. Culpa do The Gathering, Paradise Lost, Within Temptation, Tiamat, Lacuna Coil, HIM, After Forever, The 69 Eyes e outros. Eu seria uma gothic girl facinho.
Quem me conhece há pouco, saiba que a história de eu ter feito parte de bandas (ou tentativas) é verídica, embora eu não cantasse nada. Com a Jezebel, famosa banda dos barzinhos rock de Pelotas, cheguei a me apresentar em shows e programas da TV local. Antes da era YouTube, graças! Como eu fazia apenas backing vocals, acho que ninguém notou que eu não sabia cantar.

A segunda participação em banda foi com uns rapazes muito divertidos que eu conheci pelo mIRC, em 2002. Foi uma das melhores fases da minha vida e eles nem fazem idéia de como foram importantes para mim! Todo fim de semana era aquela alegria: de sexta a domingo ficávamos na função ensaios, conversas fora, cervejas, shows, baladas, churrascos, DVDs, e etc. Todo mundo deveria passar por uma experiência assim na vida! Como eu comentei uma vez durante um ensaio, nesta eu era a vocalista de uma banda instrumental. Até cheguei a compor letrinhas e linhas vocais, só que nada bom o suficiente para ir adiante. Sim, eu estou nas duas fotos acima, com as bandas de que fiz parte.
Ok, voltando aos góticos (toda vez que abro o wordpress para comentar uma notícia acabo querendo escrever uma auto-biografia), eu ia dizer que, por mais que eu curta o estilo, usar coleira na rua já é demais. Mantenham as fantasias sexuais entre quatro paredes, please?!
Hein?? Estou me referindo à notícia: um gótico britânico que levava sua namorada pela coleira na região de West Yorkshire, no norte da Inglaterra, foi impedido de entrar em um ônibus porque o motorista temia pela segurança dos passageiros. Será que a moda pega?
Category: Comportamento, Egotrip, Estilo, Música
Thursday, 17 of January, 2008

Meu primeiro post em um blog foi no dia 31 de maio de 2002. Nesses quase seis anos eu já passei por diversos layouts, URLs, temas e nomes, mas sempre tive a referência “meu blog”. Até um tempo atrás, blogar era para mim um ato essencialmente pessoal. Escrevia para mim e poucos amigos, a maioria blogueiros também.
Lá nos primeiros anos da década em que estamos, em Pelotas formou-se um grupo de nerds blogueiros que em 2003 passamos a chamar de Blogueiros Pel, comunidade virtual que inclusive foi tema do meu TCC, orientado pela Raquel Recuero.
A Raquel foi a Mestre Jedi dos primeiros blogs que surgiram em Pelotas. Não posso afirmar que ela foi a primeira, mas tenho certeza que ela foi fundamental na viralização deste tipo de publicação por lá em uma época em que todos perguntavam “um o quê?” quando você dizia “eu tenho um blog”.
Fui introduzida aos blogs por intermédio do Leonardo Tissot (alguém sabe por onde a URL dele anda?) que por sua vez conheceu o formato através da Raquel. Gostei da idéia e também fiz um. Naquele tempo, as pessoas ainda utilizavam muito o mIRC e isso contribuiu para que mais nerds se juntassem ao grupo.
Entre 2002 e 2003 conheci e retomei contato com muitos amigos pelotenses por causa de nossos blogs e dos encontros do Blogueiros Pel. Pessoas que são próximas até hoje, embora muitos tenham abandonado seus não-espaços (?) virtuais.
Até o ano passado minha identidade enquanto blogueira era essa e eu estava feliz asssim. Só que por conta de meu emprego e do mestrado, o cenário mudou um pouco de figura. Blogs viraram o tema central do meu trabalho e comecei a sentir a necessidade de mudar. O primeiro passo foi adquirir um domínio próprio. E não foi simples. A falta de foco ou de um único tema me deixou confusa na hora de escolher um título e endereço definitivo. Por isso optei por utilizar meu nome mesmo.
O problema continuou. Comecei a entrar em uma crise de identidade blogueira. De certa forma, meu blog passou a ser meu cartão de visita profissional e, por isso, comecei a me sentir desconfortável com os posts no estilo que eu costumava fazer: totalmente descompromissados com conteúdo, forma e relevância.
Sinto que estou em um período de transição. Não tenho vontade de ser impessoal, gosto de manter os amigos informados sobre a cor atual do meu cabelo ou sobre meus planos e realizações. Por outro lado, penso que tenho que mostrar algo a mais para meus novos amigos e leitores, que não conhecem este meu background blogueiro, mas sim a Giselééééé publicitária e pesquisadora que trabalha com blogs.
Que rumo vou tomar? Ainda não tenho certeza, mas o fato é que tenho levado esta tarefa bastante a sério. Cada vez mais estudo, observo e experimento com o objetivo de me firmar como uma blogueira profissional, seja lá o que isto significa exatamente.
Por enquanto este blog vai continuar sendo um espaço para eu falar um pouco da minha vida pessoal, refletir sobre o cotidiano e dividir informações interessantes, principalmente sobre assuntos referentes a meu trabalho e pesquisa: comunicação, cibercultura, blogs, publicidade, tecnologia, redes sociais e afins. Em breve um novo layout e a marca “giseleh” devem pintar por aqui.
Em paralelo, vou manter um outro blog, nada pessoal, onde pretendo postar sobre bobagens, futilidades, fofocas e notícias que estão em alta: Inside the Trends. Embora eu esteja assumindo sua autoria, quero deixar claro que não assino embaixo de tudo que eu escrever por lá. O objetivo? Liberar meu lado povão nada intelectual que assiste Big Brother, utilizar os principais termos de busca do momento para atrair visitantes e receita de publicidade, e, assim, poupar os leitores deste blog de grandes oscilações entre temas e ainda manter a pose por aqui.
E se você leu todo este desabafo, diz aí o que você pensa de tudo isto. Afinal, o principal culpado desta minha crise de identidade blogueira provavelmente é você.
Category: Blog, Egotrip
Tuesday, 8 of January, 2008

As morenas que me desculpem, mas a história de que os homens gostam mais de loiras é fato. Posso dizer com propriedade porque nasci morena e por muitos anos optei pela loirice: é só dar uma voltinha na rua para ver que muito mais pescoços se viram quando você passa loira. Ser uma morena bonita não é tarefa das mais fáceis, já que até uma loira meia boca é capaz de chamar mais atenção do que uma morena bonitinha.
Enquanto morena por natureza, mesmo com a descendência germânica, encaro isso com naturalidade, nada de preconceitos ou recalques. Pelo contrário, ter virado loira é sinal de que me rendo. Só que ser loira falsa dá um trabalho do cão e é muito caro: o cabelo rebenta e fica uma palha, o cabelereiro erra no tom das luzes, você tem que hidratar e, o pior, gasta rios de dinheiro com a brincadeira. Basta um mesinho de raiz escura para você começar a se sentir uma “chinoca de beco”. Difícil ser loira, sabe?
Cansei da função e resolvi assumir a morenice. Não sei se vou me agüentar assim por muito tempo, mas por enquanto estou me sentindo ótima com a idéia de voltar ao meu tom natural. Além disso, ser morena está em alta: vide as ex-loiras globais Alinne Moraes e Flávia Alessandra.
Sou morena, mas tô na moda.
Ps. Pelas fotos, vocês podem ver a câmera do Sony Ericsson W200i não é nada boa, mas, como no momento é a única que tenho, tá valendo.
Category: Egotrip, Futilidades, Mulherzinha
Saturday, 15 of December, 2007

Voltei a ser a segunda Gisele mais relevante para o Google. Será que a Bündchen já leu meu blog em alguma busca por nosso nome?
As coinscidências são muitas. Além de termos o mesmo nome, ambas somos gaúchas do interior do RS, temos descendência alemã e nascemos em 1980. Pena que nossas contas bancárias continuam tão diferentes…
Category: Blog, Egotrip, Futilidades