O jeito gaúcho de ser fashion

Friday, 16 of May, 2008

Uma recente matéria no caderno Donna da ZH trouxe a informação de que a moda aqui no sul é diferente da moda no resto do país. Segundo a reportagem: algumas coisas só são usadas por aqui, as gaúchas são conservadoras e gostam mais de estar sexy do que estar na moda. Infelizmente não encontrei link para o artigo online, mas deve ser de 2 domingos atrás.

Esta mesma matéria fez referência ao blog Looks Like Porto Alegre, que traz uma série de fotos dos mais descolados e fashionistas que circulam por aqui. Vale a visita!

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Category: Cotidiano, moda

Dez maneiras de deixar uma mulher feliz

Saturday, 8 of March, 2008

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Judão e Inagaki com seus posts inteligentes que me desculpem, mas há maneiras mais simples de alegrar as garotas no Dia Internacional da Mulher. :-P

PS. Esta lista é totalmente baseada no meu gosto pessoal com o auxílio desnecessário de twitteiras de plantão na hora que escrevi post. Engraçado é que todos eles parecem ter algo em comum, não?

Quem mais você colocaria nesta galeria?

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Category: Comportamento, Cotidiano, Eventos, Homens, Mulherzinha

Valentine’s Day

Thursday, 14 of February, 2008

As you might not know, in the United States and other countries, today is Valentine’s Day, also called Dia dos Namorados here in Brazil. If you are used to reading blogs and websites in English, chances are that you’ve read many posts about it lately. My Google Reader has been very romantic this week, I think it has a crush on me!

I want to share with my friends some nice things I’ve found this special day up there, I hope you enjoy it. Happy Valentine’s Day!

Twitter is in love
If you use Twitter, you can show your love to everyone. You just need to type “@theirusername <3” and it will send a reply message to the user asking if they love you too. Little red hearts will be shown on the screen. Be careful: it keeps asking and asking, so if you say yes all the time you may annoy your followers.

PostSecret
I just love PostSecret weblog. They always post very nice cards and messages. This is my today’s favorite:

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Youtube
Is it difficult for you to express how you feel? Have you ever got in trouble because of miscommunication issues? This video shows how hard it can be for a guy to say “I love you”, and it’s incredibly funny. Watch it!

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Category: Comportamento, Cotidiano, Twitter, Vídeo

Mais sobre bikes

Monday, 28 of January, 2008

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Em um blog, o legal de se meter a escrever sobre algo que a gente não domina at all é que sempre aparece alguém que entende do assunto sugerindo ótimas fontes e exemplos para que nos informemos melhor.

Depois de passar 10 anos sem andar de bicicleta, eu quis apenas registrar o feito e refletir sobre os motivos que me impedem de tal prática. Aí o Marcelo do Amaral apareceu para salvar a minha argumentação vazia com sua experiência e referências urbanas:

Do Mapa Urbano:
Bogotá: cartéis, drogas, tiros e bom exemplo…?

Do U-biker:
Ciclovia Participativa

Para saber mais sobre o assunto é só dar uma navegada pelos links dos blogs acima.

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Category: Blog, Cotidiano

É que nem andar de bicicleta

Monday, 28 of January, 2008

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Final de semana passado, na praia, andei de bicicleta. Fazia mais de 10 anos que eu não subia em cima de uma, mas o ditado foi comprovado: a gente não esquece.

Andar de bike é excelente. Em poucas quadras senti as coxas duras e a língua metade para fora, ou seja, é um ótimo exercício que eu adoraria praticar regularmente. Já cogitei ter uma na cidade, mas seria suicídio: ou por assalto ou por atropelamento.

Não dá para entender a falta de políticas públicas para regulamentar e estimular o uso de bicicletas como meio de transporte urbano em um país como o nosso. Como algo que é barato, econômico, prazeroso, saudável e ecológio não entra na pauta do dia?

Ok, o buraco é mais embaixo. Nunca estive em Paris, mas algo me diz que a educação no trânsito e os índices de violência daquele país são bem diferentes do que temos no Brasil. Mesmo assim, fico sonhando em um dia ver uma notícia como a da Velib por aqui. Ou em ir morar no exterior.

A prefeitura de Paris colocou à disposição da população 20 mil bicicletas públicas em cerca de 750 lugares especiais da cidade. Qualquer um que tenha o cartão de transporte público de Paris pode pegar uma bicicleta para se deslocar para onde quiser.

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Category: Cotidiano, Política

Feliz Ano Novo

Saturday, 29 of December, 2007

Amanhã vou para a praia, portanto voltarei a postar só no ano que vem.

Que todos os amigos e leitores tenham um ótimo Reveillon e entrem 2008 com o pé direito, pulando ondinhas, comendo lentilha, olhando os fogos de artifício, etc. Não beba até cair, se beber pegue um táxi, cuidado com a velocidade nas estradas, não vá para o fundo e não esqueça o casaco.

E que em 2008 possamos deixar o mundo melhor!

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Veja mais coisas legais para se fazer em 2008 no blog Mude o Mundo, que conheci via Digital Drops.

UPDATE:

E já que eu virei garota propaganda da Sony Ericsson, nada melhor do que deixar minha bola de neve feita no site da marca como felicitação de Ano Novo. Para sacudir minha snowball ou fazer a sua, clique aqui.

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Dica do Eric Messa, via Twitter.

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Category: Cotidiano, Meio Ambiente

Sua vida trouxe você até aqui

Saturday, 22 of December, 2007

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Não, este não é um post sobre a propaganda daquela marca de carro, mas você já parou para pensar como você chegou onde está hoje? Quais foram as decisões e as “roads not taken” que fizeram de você o que você é? Que marcos em sua vida acabaram influenciando todas as suas escolhas? Como se desenvolveu o enredo da sua trama? Qual é a sua história?

Não acredito em acaso. Nossos caminhos não são aleatórios, são resultado de uma rede de acontecimentos e influências que nos empurraram para este lugar, mesmo que a gente não tenha tido tempo ou lucidez para perceber. Sua vida trouxe você até aqui.

Muitas vezes eu me perguntei por que razões escolhi fazer faculdade de jornalismo. Nunca encontrei uma explicação lógica… até pouco tempo atrás. Não posso encher a boca para dizer “eu sempre quis”, “eu sempre soube”, “tá no sangue”, “não poderia ser diferente”. Pelo contrário: até o segundo ano do curso eu me perguntava que diabos fazia no meio daquele bando de malucos. Eu achava tudo um porre!

Lembro claramente do dia em que me inscrevi no vestibular para comunicação social. Eu já cursava Letras na UFPel, mas via como um hobby. Era algo para se fazer enquanto não tinha certeza do que realmente queria. Como tinha tempo livre (ainda mais com as constantes greves do ensino federal) e 80% dedesconto na universidade particular em que meus pais até hoje trabalham, queria aproveitar a oportunidade para escolher o que viria a ser minha verdadeira profissão. Mas qual?

Cresci numa família de profissionais da área da saúde. Pai, mãe, irmão mais velho, cunhada, padrinho, madrinha, agregados da família: todos farmacêuticos. Minhas referências de trabalho sempre foram laboratórios, farmácias e hospitais. Os tios? Médicos, claro. Neste contexto, o que eu poderia querer da vida? Nada mais óbvio do que continuar no ambiente que me era tão familiar, certo? Pois foi justamente a obviedade do caso que começou a me incomodar. Aos 16 anos eu queria meu espaço, queria firmar minha identidade, queria não ser óbvia, queria fazer o que ninguém tinha feito.

No dia da inscrição para o vestibular da UCPel, sentada no bar com a amiga Ludmila, peguei a lista de cursos e pensei: e agora? Farmácia mesmo? Nada, vou é inovar. Mas o que? Hmm.. publicidade parece divertido, mas eu não sou criativa (saiba como reverti esse pensamento)… jornalismo então, eu gosto de ler, de escrever, tem aula de teatro, rádio, foto, deve ser legal e o curso é noturno. Poderei dormir pela manhã. Simples e nada romântico assim. Aparentemente fiz uma das escolhas mais fundamentais da minha vida baseada em argumentos completamente vazios. Eu era uma “sem noção”.

Só que eu disse aparentemente. Pensando bem, a explicação na hora da inscrição foi apenas uma desculpa esfarrapada para uma escolha que eu não sabia como justificar. Mas hoje sei! Ao recapitular alguns momentos da minha história, percebi que por vocação ou destino, não importa, aqui cheguei porque aqui sempre quis estar.


Flashback minha vida me trouxe até aqui


* Mesmo antes de aprender a ler eu era uma apaixonada por livros, culpa dos meus pais: Ziraldo, Monteiro Lobato e Erico Veríssimo eram os autores que eu mais gostava de ouvir.

* Aos oito anos fiz minha primeira aula de informática: Logo (da tartaruguinha, lembra?). E ganhei um MSX de Natal, que está novinho na caixa até hoje! Aos nove tive aula de Basic, mas acabei desistindo porque não entedia nada. Veja bem, os colegas, em média, tinham mais de 15 anos.

* Na 5ª série “trabalhei” no jornalizinho do colégio. O “Jornal do Piá”, que era feito com letra set, máquina de escrever e fotocópia. Na primeira capa que fiz, com as tais “letra set” escrevi “comucação”. Que mico! Tenho isso guardado em Pelotas, postarei.

* Na 3ª série, eu e as mesmas colegas do jornal tínhamos o hábito de criar peças de teatro. Os professores deixavam a gente apresentar no final da aula e até no auditório da escola para outras turmas. Em uma das apresentações, eu, que fazia o papel da protagonista, fiz xixi na calça de tanto rir. Mas isso não vem ao caso.

* Na mesma época eu gravava programas de rádio em fitas cassete: eu apresentava as notícias, fazia a locução dos spots publicitários e cantava as músicas. Um dia, já na faculdade, ouvi uma dessas fitas e quase morri rindo. Eu era bem criativa! Tomara que encontre a tal fita na casa dos meus pais.

* Meu sonho de consumo era uma filmadora e sempre adorei tirar fotos.

* Nas férias, eu viajava com meus pais estudando inglês. Levava no carro os livros e as fitas para treinar durante o trajeto.

* Nas mesmas férias, um dos meus outros passatempos era brincar de redação. Que criança normal brinca de “estudar inglês e fazer redação”? Uma professora de literatura amiga da família, que se não me engano hoje é pró-reitora na PUC-RS, dizia que minha mãe deveria guardar minhas histórias, achava que eu tinha futuro escrevendo.

* Em 94 ou 95 cheguei a usar BBS antes da Internet chegar a Pelotas e eu me viciar no mIRC. Tive PC e internet em casa antes de todos meus colegas – graças a minha mãe que trabalhava na Universidade.

O resto da história é conseqüência. Olhando para trás, me pergunto: por que mesmo eu achava que deveria ser farmacêutica?

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Category: Cotidiano, Jornalismo, Vida

Autor

Gisele Honscha. 27 anos. Gaúcha. Mestranda em Comunicação e Informação na UFRGS. Especialista em TICs. Publicitária & Jornalista. Blogueira desde 2002. Mãe do Johann. Mulher do Rodrigo. Fã dos livros de Ítalo Calvino, da música do The Gathering e do filme Forrest Gump. Nerd & Proud.