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	<title>giseleh.com &#187; Cinema</title>
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	<description>Comunicação &#38; Tecnologia</description>
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		<title>Catfish: true story de um romance virtual</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 19:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Honscha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Catfish]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo consta, Catfish acompanha a história real de uma paquera que começa no Facebook e termina como um filme de Hitchcock - embora eu suspeite que esteja mais para Bruxa de Blair. De qualquer maneira vale a dica pela curiosidade, já que a trama e o site promocional &#8211; que te dá acesso ao computador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo consta, <a href="http://www.iamrogue.com/catfish" target="_blank">Catfish</a> acompanha a história real de uma paquera que começa no Facebook e termina como um filme de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfred_Hitchcock" target="_blank">Hitchcock </a>- embora eu suspeite que esteja mais para <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Blair_Witch_Project" target="_blank">Bruxa de Blair</a>.</p>
<p>De qualquer maneira vale a dica pela curiosidade, já que a trama e o site promocional &#8211; que te dá <a href="http://www.iamrogue.com/catfish/main.html" target="_blank">acesso ao computador do personagem principal</a> &#8211; são essencialmente geeks.</p>
<blockquote><p>Don&#8217;t let anyone tell you what it is<br />
In late 2007, filmmakers Ariel Schulman and Henry Joost sensed a story unfolding as they began to film the life of Ariel&#8217;s brother, Nev. They had no idea that their project would lead to the most exhilarating and unsettling months of their lives. A reality thriller that is a shocking product of our times, Catfish is a riveting story of love, deception and grace within a labrynth of online intrigue.</p></blockquote>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DEAmTVyiDC8?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/DEAmTVyiDC8?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>De acordo com o <a href="http://www.ideafixa.com/catfish-um-filme-para-quem-ainda-acredita-avatar-em-2010/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=catfish-um-filme-para-quem-ainda-acredita-avatar-em-2010" target="_blank">Idea Fixa</a>, o filme foi um grande sucesso no Sundance Festival este ano.</p>
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		<title>Moovee.me: quase um Twitter de cinema</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 15:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Honscha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[moovee.me]]></category>
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		<category><![CDATA[rede social]]></category>

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		<description><![CDATA[O Moovee.me tem um conceito muito legal, basicamente funciona como uma rede social sobre cinema: ao entrar na página de um filme você pode ver a opinião de outros usuários sobre a obra e ainda dizer o que achou,  claro, em 140 caracteres. Você pode também seguir o perfil de seus amigos, valorar filmes, criar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://giseleh.com/wp-content/uploads/2010/06/moovee.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1283" title="moovee" src="http://giseleh.com/wp-content/uploads/2010/06/moovee.jpg" alt="" width="546" height="339" /></a></p>
<p>O <a href="http://moovee.me" target="_blank">Moovee.me</a> tem um conceito muito legal, basicamente funciona como uma rede social sobre cinema: ao entrar na página de um filme você pode ver a opinião de outros usuários sobre a obra e ainda dizer o que achou,  claro, em 140 caracteres. Você pode também seguir o perfil de seus amigos, valorar filmes, criar uma wishlist cinematrográfica e integrar sua conta com o Twitter.</p>
<p>O Moovee.me utiliza a API da <a href="http://www.netflix.com" target="_blank">Netflix</a>, a maior locadora online dos EUA, usando uma base de dados &#8220;a la <a href="http://www.imdb.com/" target="_blank">IMDB</a>&#8220;: além de ver informações e opiniões sobre a obra, a partir das páginas dos filmes você pode acessar as dos artistas que estiveram neles e, assim, acabar descobrindo que vai precisar de mais tempo de vida &#8211; ou menos tempo de trabalho &#8211; para assistir tudo que gostaria. O <a href="http://moovee.me/person/6378" target="_blank">Sean Pean</a>, por exemplo, me mostrou que andei dando menos atenção a ele do que ele merece.</p>
<p>Um detalhe que me agradou muito foi a configuração de linguagem no perfil do usuário. Além de escolher a língua em que vai escrever suas mensagens e você também seleciona os idiomas em que quer ler as resenhas, ou seja, para mim o sistema filtra as atualizações que estiverem em chinês, dinamarquês e russo ao mesmo tempo em que deixa eu dizer que quero ver todas as mensagens que estiverem em português, inglês e espanhol.</p>
<p>Acredito que é um serviço que pega. A interface simples e bonita ajuda bastante, dá vontade de navegar pelos filmes, deixar uma opinião sobre os favoritos, ver o que os outros estão dizendo. Com certeza é um site que eu consultaria nos dias em que bate aquela vontade de ver um filmezinho. E quem quiser me seguir por lá: <a href="http://moovee.me/user/giseleh" target="_blank">http://moovee.me/user/giseleh</a></p>
<p>Descobri via <a href="http://twitter.com/skullnu" target="_blank">@skullnu</a></p>
<p>UPDATE: nem tinha lido no About que o site foi desenvolvido por dois brasileiros, <a href="http://twitter.com/campezzi">@campezzi</a> and <a href="http://twitter.com/dsollero">@dsollero</a>, o que o torna o projeto mais legal ainda.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<img src="http://giseleh.com/1946e534/266bbf6d/CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html).gif" />]]></content:encoded>
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		<title>Anúncio da Absolut em Sex and the City</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 21:09:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Honscha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[A ação é antiga, parece que aconteceu em 2006, mas para mim foi novidade. O anúncio com esse moço feio é um &#8220;fictional ad&#8221; que fez parte de um episódio de Sex and the City. Segundo consta, o Absolut Hunk acabou virando um drink fenômeno nos bares de Manhattan fora das telas. O nome do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://giseleh.com/wp-content/uploads/2008/04/jason-lewis-absolut-hunk.jpg" title="jason-lewis-absolut-hunk.jpg"><img src="http://giseleh.com/wp-content/uploads/2008/04/jason-lewis-absolut-hunk.jpg" alt="jason-lewis-absolut-hunk.jpg" style="width: 180px; float: left; margin-right: 10px" /></a>A ação é antiga, parece que aconteceu em 2006, mas para mim foi novidade. O anúncio com esse moço feio é um &#8220;fictional ad&#8221; que fez parte de um episódio de <strong>Sex and the City</strong>. Segundo <a href="http://www.ez-entertainment.net/features/absolut.htm" target="_blank">consta</a>, o Absolut Hunk acabou virando um drink fenômeno nos bares de Manhattan fora das telas.</p>
<p>O nome do modelo-ator do anúncio é <a href="http://www.imdb.com/name/nm0507314/" target="_blank">Jason Lewis</a> e ele também vai estar no filme de Sex and the City, que tem estréia prevista para 27 de maio.</p>
<p>Quem ficou interessado, pode ainda seguir o perfil <a href="http://twitter.com/absolut_hunk" target="_blank">@absolut_hunk</a> no Twitter. Infelizmente parece não passar de um &#8220;tarado&#8221; que fica dando nota para as twitteiras, mas seria uma surpresa bacana descobrir que na verdade o perfil será usado em alguma ação de guerrilha no lançamento de Sex and the City no cinema.</p>
<p>Falando em Absolut, não deixe de conferir meu mais novo blog preferido, que tem tudo para ser um enorme sucesso: <a href="http://www.papodebebado.com/" target="_blank">Papo de Bêbado</a>.</p>
<img src="http://giseleh.com/1946e534/266bbf6d/CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html).gif" />]]></content:encoded>
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		<title>Na Natureza Selvagem</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 06:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Honscha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Natureza Selvagem (Into the Wild) é simplesmente o melhor filme que vi nos últimos tempos. Como diretor, Sean Penn conta a história de um personagem verídico, Christopher McCandless, que no início dos anos 90 largou todo o conforto e viajou por dois anos rumo a uma vida livre e selvagem no Alasca. Into the [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><strong>Na Natureza Selvagem</strong> (Into the Wild) é simplesmente o melhor filme que vi nos últimos tempos. Como diretor, Sean Penn conta a história de um personagem verídico, Christopher McCandless, que no início dos anos 90 largou todo o conforto e viajou por dois anos rumo a uma vida livre e selvagem no Alasca. Into the Wild é baseado no livro homônimo de Jon Krakauer.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Ao ler qualquer resenha sobre a obra, não se deixe enganar pelo termo “aventura”. Embora a história seja cheia de passagens alegres e paisagens deslumbrantes, Na Natureza Selvagem é um filme denso e profundo – pelo menos para os olhos mais atentos. Assuntos como materialismo, conformismo, conflito entre pais e filhos, deixar-se ser amado, saber perdoar, solidão e felicidade são abordados de forma sutil por de trás de um personagem mostrado principalmente como idealista, altruísta e heróico, mas que também pode muito bem ser visto como mimado, egoísta, infantil e burro!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Não é de se admirar que a aventura de McCandless tenha sido inspirada em seus autores favoritos, como Tolstoi e Thoreau. Este último escreveu uma obra chamada Walden, onde conta os detalhes de sua jornada ao ficar isolado da civilização (mas não completamente) em um chalé emprestado por seu mentor e também escritor Ralph Waldo Emerson. Uma passagem de Waldo freqüentemente citada, inclusive no filme A Sociedade dos Poetas Mortos é:</p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">&#8220;I went to the woods because I wished to live deliberately, to front only the essential facts of life, and see if I could not learn what it had to teach, and not, when I came to die, discover that I had not lived.&#8221;</p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">O enredo de Into the Wild é comovente por si, mas a maneira como Sean Penn contou o drama, foi brilhante. O tempo narrativo se alterna basicamente em três momentos de McCandless: sua vida antes da viagem, sua estadia no Alasca e seu percurso até o destino final. Os flashbacks mais emotivos são mostrados através de imagens “estilo Super-8” (se foram feitas mesmo com Super-8 não sei dizer, mas o efeito é esse). A irmã de Chris, embora seja parte da trama, aparece como uma espécie de narrador omnisciente, já que explicita o os sentimentos, mágoas e motivos do protagonista.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">As mudanças no tempo, na película e no narrador são bem amarradas e dão uma dinâmica muito interessante ao filme. Outros recursos como a divisão em capítulos e frases poéticas escritas em caracteres garrafais em algumas cenas completam a estética da obra, que fica mais impressionante ao sabermos que antes de escrever o roteiro, Sean Pean fez a mesma viagem de Christopher, oportunidade em que pode conhecer e entrevistar alguns dos personagens que conheceram o protagonista. A trilha sonora foi toda composta por Eddie Vedder e é de arrepiar.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Dentre tantas mensagens e reflexões que culminaram em uma Gisele chorando copiosamente no banheiro do cinema, a mais marcante foi:</p>
<p><strong><span style="font-size: 16pt; line-height: 115%; color: red">“A felicidade só existe quando é compartilhada.”</span></strong><br />
<span style="font-size: 18pt; line-height: 115%; font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: red"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Assista o trailer:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"> </p>
<p><object width="425" height="355" data="http://www.youtube.com/v/0YBDpPIhEYo&amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0YBDpPIhEYo&amp;hl=pt-br" /></object></p>
<p>Pela primeira vez na vida eu quero ir ao cinema assistir a um mesmo filme pela segunda vez. Quem quiser, pode me convidar!</p>
<img src="http://giseleh.com/1946e534/266bbf6d/CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html).gif" />]]></content:encoded>
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		<title>Diablo Cody: a blogueira que ganhou um Oscar</title>
		<link>http://giseleh.com/2008/02/25/diablo-cody-a-blogueira-que-ganhou-um-oscar/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 06:48:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Honscha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[A blogosfera deve estar com o ego mais inflado do que o normal hoje: uma representante da categoria acaba de receber o Oscar de melhor roteiro original, pelo filme Juno. Estamos falando de Diablo Cody, a quem a imprensa sempre se refere como “blogueira e ex-stripper”. Isso porque a carreira desta graduada em Media Studies [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://giseleh.com/wp-content/uploads/2008/02/diablo-cody-oscar.jpg" alt="diablo-cody-oscar.jpg" style="margin: 0px 10px 5px 0px; float: left" />A blogosfera deve estar com o ego mais inflado do que o normal hoje: uma representante da categoria acaba de receber o Oscar de melhor roteiro original, pelo filme <a href="http://www.imdb.com/title/tt0467406/" target="_blank">Juno</a>. Estamos falando de <a href="http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&amp;friendID=301249153" target="_blank">Diablo Cody,</a> a quem a imprensa sempre se refere como “blogueira e ex-stripper”. Isso porque a carreira desta graduada em Media Studies foi mais ou menos assim mesmo.</p>
<p>Segundo o site <a href="http://www.hollywood.com/celebrity/Diablo_Cody/3456899" target="_blank">Hollywood.com</a>, a ascensão da escritora Diablo Cody começou graças ao blog <a href="http://diablocody.blogspot.com/" target="_blank">The Pussy Ranch</a>, em que postava crônicas sobre suas aventuras como stripper profissional. Seus posts caíram no broswer do editor de Hollywood Mason Novick, que convenceu-a a, aos 24 anos, escrever um livro sobre suas memórias, chamado <a href="http://www.amazon.com/Candy-Girl-Year-Unlikely-Stripper/dp/1592401821" target="_blank">Candy Girl: A Year in the Life of an Unlikely Stripper</a>. Depois do livro lançado, Novick encomendou um roteiro para o cinema, o de Juno. E a blogueira levou um Oscar!</p>
<p>Diablo Cody, ou Brook Busey-Hunt, tem 29 anos e é formada em Media Studies pela University of Iowa. Entediada com seu trabalho na publicidade, começou um blog. Primeiro sobre uma secretária, sua primeira personagem; depois sobre a vida de casada e suas aventuras em Minneapolis, onde descobriu uma nova profissão &#8211; a de stripper – e um novo assunto para blogar. Depois de escrever Juno, Cody foi para Los Angeles produzir um programa de TV chamado <em>The United States of Tara</em> com ninguém menos que Steven Spilberg.</p>
<p>Tenho impressão de que já li uma história parecida em algum lugar&#8230; A propósito, o filme de <a href="http://www.brunasurfistinha.com/" target="_blank">Bruna Surfistinha</a> está em <a href="http://ego.globo.com/ENT/Noticia/0,,MUL305840-5877,00-NATHALIA+RODRIGUES+ESTA+A+UM+PASSO+DE+SER+BRUNA+SURFISTINHA+NO+CINEMA.html" target="_blank">pleno andamento</a>. Será que emplaca um Oscar de melhor filme estrangeiro em 2009? Aí sim, a blogosfera vai ter orgasmos múltiplos!</p>
<p>Moral da história: liberte-se de seus pudores, se entregue a uma vida de luxúria e conte todos os detalhes sórdidos da libertinagem em um blog.  Ou então siga as dicas da Wired em <a href="http://www.wired.com/entertainment/hollywood/news/2007/11/cody" target="_blank">Diablo Cody&#8217;s Tips for Blogging Your Way to Hollywood Success</a>.</p>
<p>Assista o trailer de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=K0SKf0K3bxg" target="_blank">Juno</a>.</p>
<p>Leia o blog <a href="http://diablocody.blogspot.com/" target="_blank">The Pussy Ranch</a>.</p>
<p>Veja o <a href="http://blog.myspace.com/index.cfm?fuseaction=blog.view&amp;friendID=301249153&amp;blogID=360462900" target="_blank">atual blog</a> de Diablo Cody e <a href="http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&amp;friendID=301249153">perfil no Myspace</a>.</p>
<img src="http://giseleh.com/1946e534/266bbf6d/CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html).gif" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>De novo, de novo!</title>
		<link>http://giseleh.com/2007/12/10/de-novo-de-novo/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 04:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Honscha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem já conviveu com criança pequena sabe que filmes infantis foram feitos para ser vistos no mínimo 257 vezes. Por ano. Antes de ser mãe eu já sabia disso. Com um irmão quase 15 anos mais novo, por muito tempo minha missão quase diária era assistir o Porquinho Baby, já que o único vídeo-cassete da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://giseleh.com/wp-content/uploads/2007/12/mater-e-mcqueen.jpg" title="mater-e-mcqueen.jpg"><img src="http://giseleh.com/wp-content/uploads/2007/12/mater-e-mcqueen.jpg" alt="mater-e-mcqueen.jpg" /></a></p>
<p>Quem já conviveu com criança pequena sabe que filmes infantis foram feitos para ser vistos no mínimo 257 vezes. Por ano.  Antes de ser mãe eu já sabia disso. Com um irmão quase 15 anos mais novo, por muito tempo minha missão quase diária era assistir o <a href="http://www.imdb.com/title/tt0112431/" target="_blank">Porquinho Baby</a>, já que o único vídeo-cassete da casa ficava no meu quarto. A locadora da esquina lucrou horrores com o diabo daquele porco!! Seja bem-vinda, pirataria!</p>
<p>Até há pouco a necessidade do meu filho de rever TODOS OS DIAS o mesmo filme favorito me surpreendia&#8230; confesso, me irritava também. <em>&#8220;Onde ocê tá? Cê tá em Radiator Springs, a cidadizinha mais bunita do município de Carburator</em>.&#8221; Além de <a href="http://www.imdb.com/title/tt0317219/" target="_blank">Carros</a>, decorei ainda os diálogos de <a href="http://www.imdb.com/title/tt0298148/" target="_blank">Shrek 2</a> e <a href="http://www.imdb.com/title/tt0351283/" target="_blank">Madagascar</a>. Atualmente estou treinando a memorização das falas de <a href="http://www.imdb.com/title/tt0120363/" target="_blank">Toy Story 2</a>.</p>
<p>Sempre soube que o &#8220;de novo&#8221; dos Teletubbies não era gratuíto, mas só ao ler &#8220;O ponto de desequilíbrio&#8221;, de Malcon Gladwell, é que consegui compreender melhor o fenômeno da repetição dos filmes. Segundo o autor, um adulto acha repetições monótonas, porque elas obrigam a reviver a mesma experiência várias vezes. Mas para os pré-escolares a repetição não cansa porque, sempre que assistem a alguma coisa, elas as experimentam de uma forma totalmente nova. Além disso, a repetição ajuda na auto-afirmação da criança pré-escolar, já que ela não está em busca de novidade, mas de compreensão e previsibilidade. <em>(Gladwell, M. O Ponto de desequilíbrio: pequenas coisas fazem uma grande diferença. Rio de Janeiro: Rocco, 2002)</em>.</p>
<p>A explicação é quase óbvia, mas foi uma descoberta fundamental para que eu aguente o Buzz Lightyear salvando o Woody por mais 178 vezes.</p>
<p>Ps: já viram <a href="http://www.imdb.com/title/tt0414853/" target="_blank">O segredo dos animais</a>? Nunca tinha ouvido falar deste desenho, mas veio junto na &#8220;coletânea&#8221; piratex de Toy Story.  É hilário, vejam!</p>
<img src="http://giseleh.com/1946e534/266bbf6d/CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html).gif" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como transcrever linearmente o pensamento hipertextual</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 03:42:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Honscha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Havia um tempo em que música era um artigo que se comprava em lojas na forma de disco de vinil ou fita cassete. Já contei que lançaram um MP3 player que também toca fita cassete? Neste tempo, as fitas eram invenções super modernas que podiam ser usadas em qualquer lugar, na escuridão, só você ouve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">  <img src="http://giseleh.com/wp-content/uploads/2007/09/hipertexto.jpg" alt="hipertexto.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify">Havia um tempo em que <strong>música </strong>era um artigo que se comprava em lojas na forma de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_de_vinil" target="_blank">disco de vinil</a> ou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cassete" target="_blank">fita cassete</a>. <a href="http://blog.rexona.com.br/?p=63" target="_blank">Já contei</a> que lançaram um <a href="http://www.chinavasion.com/product_info.php/pName/cassette-mp3-player-stand-alone-or-car-cassette-player/%20target=" target="_blank">MP3 player</a> que também toca fita cassete? <o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify">Neste tempo, as fitas eram invenções super modernas que podiam ser usadas em qualquer lugar, <em>na escuridão, só você ouve a canção, eu vejo a luz vermelha do teu walkman</em>. Adorei <a href="http://www.youtube.com/watch?v=JP0NUwTf7T8" target="_blank">o clipe que fizeram desta música</a> com imagens de <strong>Porto Alegre</strong> a partir de uma espécie de simulador de vôo. É incrível como eu amo esta cidade, fiquei emocionada!</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Humberto Gessinger </strong>sempre foi um cara hipertextual, ou melhor, suas letras são cheias de intertextualidade, ricas em referências. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Seven_Commandments" target="_blank"><em>Todos iguais, mas uns mais iguais que os outros</em></a>. O Humberto é um cara que sabe das coisas, já nos anos 80 ele explicou que <a href="http://engenheiros-do-hawaii.letras.terra.com.br/letras/45712/" target="_blank"><em>no dia-a-dia da nossa aldeia há infelizes enfartados de informação</em></a>.</p>
<p style="text-align: justify">Pois houve também um tempo em que se via <strong>TV</strong> aberta. Quem tinha antena <a href="http://www.youtube.com/watch?v=qqER-BZX6Jw" target="_blank">parabólica</a> (e não é que o Humerto cantou sobre isso também?!) ou TV a cabo era cheio da grana. Aí os pobres mortais eram amparados pelas <strong>fitas VHS</strong>.</p>
<p style="text-align: justify">Mesmo tendo TV a cabo, meu vídeo estava sempre pronto com uma VHS, esperando clipes raros que passavam na <strong>MTV</strong>. Sim, isso no tempo em que a MTV passava clipes. Sim, antes do <strong>youtube</strong> existiam clipes raros. Neste tempo, juntávamos dois vídeo-cassetes e trocávamos shows e clipes “raros”. E eu que achei que nunca mais veria <a href="http://www.youtube.com/watch?v=7Nl-2B_-HIw" target="_blank">Tyketto cantando Wings</a>!! Era sem dúvida um clipe muito raro.</p>
<p style="text-align: justify">Antes de ser fã do youtube, eu era fã das fitas VHS. No começo da minha adolescência, além de clipes, eu adorava um seriado chamado <strong>Minha Vida de Cão</strong> (My so-called life), com a Claire Danes e o Jared Leto. Eu não tinha TV a cabo, mas fornecia VHSs para a <a href="http://www.flordebalcon.blogspot.com/" target="_blank">Marina</a> gravar o programa para mim. Havia um episódio em que a personagem Angela falava <em>“This life has been a test. </em><span lang="EN-US"><em>If this had been an actual life, you would have received instructions on where to go and what to do”</em>. </span>Eu me identificava tanto com esta frase… e quem diria que um dia eu a <a href="http://www.imdb.com/title/tt0108872/quotes" target="_blank">encontraria tão facilmente</a> em menos de dois segundos? E quem diria que eu ouviria a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=MKCU3XndrTU" target="_blank">música de Jordan Catalano</a> novamente? E quem diria que Jared Leto viria a ser vocalista de uma banda emo chamada <a href="http://www.youtube.com/watch?v=qF1wZQzpeKA" target="_blank">30 seconds to mars</a>?</p>
<p style="text-align: justify">Um dia vi um <strong>filme</strong> chamado “Heavy Metal do Terror”. A única pessoa que eu conheço que também viu este filme é a Camila, que pegou o tal filme na locadora. A Camila é quem tinha uma VHS com o clipe Wings da banda Tyketto. Wings eu encontrei no youtube, mas Heavy Metal do Terror não estou conseguindo achar. Muitos anos atrás eu cheguei a começar um post sobre este filme. É um dos filmes sobre os quais acreditei que nunca mais teria notícias e acabei encontrando umas duas referências a ele na Internet há uns quatro anos. Na época escrevi sobre o filme, peguei imagem, mas não postei. Era a prova de ele existiu de verdade, de que eu e a Camila não tivemos um delírio coletivo. E quem diria que eu não encontro nada sobre o tal filme agora? Já pedi para <strong>São Google</strong>, e ele não responde o que eu quero ouvir. Quem diria que ainda existem filmes raros no tempo em que ninguém mais precisa de VHS?</p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p>
<img src="http://giseleh.com/1946e534/266bbf6d/CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html).gif" />]]></content:encoded>
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		<title>Diário de um filme</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 04:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Honscha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[O mais interessante do blog Diário de Blindness é que nos apenas três posts publicados até agora podemos ver uma sinceridade tocante nas palavras do diretor, ele realmente está dividindo seu trabalho e emoções com o público. Seguindo esta tendência de compartilhamento tão óbvia em meios web 2.0, de alguma forma Meirelles está criando também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://giseleh.com/wp-content/uploads/2007/09/ensaio-sobre-a-cegueira2.jpg" alt="ensaio-sobre-a-cegueira2.jpg" /></p>
<p>O mais interessante do <a href="http://blogdeblindness.blogspot.com/" target="_blank"><strong>blog</strong> <strong>Diário de Blindness</strong></a> é que nos apenas três posts publicados até agora podemos ver uma sinceridade tocante nas palavras do diretor, ele realmente está dividindo seu trabalho e emoções com o público. Seguindo esta tendência de compartilhamento tão óbvia em meios web 2.0, de alguma forma Meirelles está criando também uma nova experiência cinematográfica: com certeza quem acompanhar seu blog sentirá uma emoção diferente quando vir o resultado final nas telonas.</p>
<p>Entenda sobre o que estou falando lendo <a href="http://blog.rexona.com.br/#a-69" target="_blank">este post</a>.<a href="http://blog.rexona.com.br/#a-69" target="_blank"><br />
</a></p>
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