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Em I’ve Had Enough of “Live” at Conferences, no CenterNetworks, Allen Stern reclama da nova obsessão em transmitir eventos ao vivo via Twitter, FriendFeed, sistemas de live streaming e etc. Ele pontua que muitas vezes a falta de atenção da platéia e o constante digitar de quem faz a cobertura atrapalham o conferencista.

Stern também acredita que os organizadores dos eventos deveriam proibir a transmissão ao vivo ou então adotar um sistema de pay per view. Realmente não faz sentido fazer uma viagem e pagar caro pela inscrição em um evento que pode ser acompanhado de casa. No entanto, este tipo de controle da informação parece pouco condizente com os tempos de hoje, ainda mais em eventos de tecnologia. Que política adotar, então?

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qik-streaming-video-right-from-your-phone

Através do mesmo post acima citado, vim a conhecer o QiK, um sistema de para transmissão de vídeo ao vivo via celular:

Keep your world in the know, share a laugh, tell engaging stories. Just point your cell phone and stream video live to your your friends on Twitter, Facebook, Blogs, etc. OR use your cell phone like a camcorder and stream hours and hours of video without worrying about storage on your cell phone.

Saiba mais:

    6 Responses

    1. Gisele,

      Já vinha pensando nisto quanto a reclamarem das coberturas via Twitter. Lá no congresso de história da mídia precisamos explicar o que fazíamos para não parecermos mal educados, mas só no segundo dia, no primeiro dia todo mundo nos olhava de cara feia.

      Vejo este problema das coberturas ainda mais naquelas palestras pagas. Mas, fazer a cobertura não seria o mesmo que comentar depois todo o conteúdo num blog ou mesmo numa coluna de jornal? Tudo bem que não seria ao vivo, mas se a preocupação é com o conteúdo. O problema que vejo é que as pessoas que deveriam defender disseminar a informação acabam por querer limitá-la.

    2. Gi, já fiz um post sobre isso no blog Design.
      http://design.com.br/blog/desligado/

      Você mesma comentou por lá.
      O foco do post era o uso de gadgets em reuniões, mas creio que caiba um “baixem as armas” em eventos também.
      E se for pra transmitir que os organizadores o façam.

    3. Secco, não lembrava, obrigada.

      Então, a minha dúvida continua a mesma.
      Atrapalha, mas em conferências é interessante, como diz o Consoni.

      Por outro lado, é uma afronta pagar caro por um evento que acaba transmitido ao vivo. Lembra quando assistimos ao Proxxima? Era um evento super caro que acabou sendo transmitido “super ao vivo”.

      É o velho é bom, mas é ruim.

    4. olha, sinceramente, peguei nojo de eventos como o Proxxima e qualquer outro que acrescenta lhufas pra quem paga. só é bom pra quem sobe no palco mesmo.

      e o que seria do Proxxima sem aquela cobertura da Baunilha e do Cris Dias? eles é que devem usar a tecnologia pra dar um UP neste formato velho.

    5. Sim, mas eu não ia gostar de pagar e depois saber que a cobertura online foi ainda mais proveitosa.

    6. esse lance de live streaming acho o maior barato.. tipo é legal e funciona para web conferencia. O que mais aparece nessas conferencias de webcam são pessoas pedindo pras meninas: SHOW TITS

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