Juremir Machado critica publicitários



Para refletir:

Ele (Juremir Machado) condena os empresários e publicitários, que define como os principais vendedores de mitos da modernidade. “Essas duas categorias, cúmplices, vivem de desqualificar o passado e de inventar futuros que se transformam em pesadelos presentes. Um publicitário é, em geral, um sujeito com um visual esquisito que vive de louvar a inutilidade de novos produtos para que eles sejam rapidamente adotados em lugar de outros”, descreveu o jornalista. Daqui.

A opinião do jornalista foi publicada no jornal Correio do Povo, de Porto Alegre. Questionar o papel e até a ética da publicidade em nossa sociedade é importante, mas o comentário sobre o “visual esquisito”foi infeliz. Além de preconceituoso, é irrelevante e inútil para o debate. Vou tentar me ater ao que interessa, então.

O consumismo excessivo de nossos tempos seria mesmo culpa dos publicitários?

UPDATE: ainda bem que existem as amigas para complementar nossos posts de maneira brilhante quando não temos nem tempo e nem coragem suficiente para dar a cara a tapa. Leiam o que a Taís disse sobre isto.

Saiba mais:

6 Responses

  1. Ihhh, o Juremir mexeu no vespeiro ! Esse tópico é tão polêmico que umas poucas linhas não são suficientes pra responder (na verdade, toda reflexão a respeito que exija menos que umas duas ou três madrugadas à base de caipirinha e amendoim salgado pode ser considerada precipitada). Por isso, resolvi abrir um tópico lá no blog ( http://senhas.wordpress.com/ ).

    E tu, o que achas ??
    Bjss !!

  2. Fazer polêmica é o segundo nome do Juremir. Ele *ama*.

  3. Raquel e Teca, eu sei, eu sei. Eu gosto dele! Só não quis afirmar isto porque não o conheço o suficiente.

  4. excelente publicidade pessoal por parte do Juremir. Deu até blog, com direito a efeito viral no primeiro comentário.

  5. para alguém ele tem que lançar a batata quente né? quando ele diz essas coisas eu vejo assim: “ai, ai, nossa, eu não quero essa batata, sai daqui que tá queimando…pra quem será que eu vou passar?”. Por isso que eu prefiro o Umberto Eco, que é subliminarmente preciso e não faz uso do impressionismo para argumentar.

  6. O consumismo excessivo é inerente ao modelo social que vivemos. Não é porque transformamos necessidades em desejos que temos que ser rotulados como os responsáveis por tudo isso.
    Quanto ao visual, quem mandou ele ser da ala que pensa que ser culto e profissional é sinônimo de ser quadrado e sem estilo?

    Matheus
    30”

Leave a Reply