Times they are a changing
Para ler o post: música legal do Bob Dylan com clipe bizarro do Blackmore’s Night.
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Dizer que o ano passou muito rápido é clichê, daqueles mais batidos. E clichês, assim como jargões, mesmo os que nunca viram um manual de redação sabem: sempre devem ser evitados. Só que olhar para trás sem pensar puta-que-pariu-como-esse-ano-passou-depressa é quase impossível.
Os últimos três meses do calendário sempre foram meus preferidos. Parece que muita gente faz questão de dizer que odeia festas de final de ano, e, sinceramente, eu não consigo entender. Por causa do consumismo exagerado justificado com a desculpa esfarrapada de união, amor e paz? Oras, é assim o ano inteiro! Já diria meu velho amigo Emerson:
Every man alone is sincere. At the entrance of a second person, hypocrisy begins.
Pois então eu gosto muito de final de ano. Calor chegando, todo mundo mais solto e alegre, vontade de fazer e acontecer. Agora eu quero é curtir. Encerrar pendências, reencontrar pessoas, aproveitar uma praia e só voltar a pensar de verdade no ano que vem. Vou deixar pra trás o que foi ruim e recomeçar tudo de novo no próximo ano. Só que de outra maneira. Não custa tentar.
Balanço de final de ano? Acho essencial! Revisar metas, repensar objetivos e traçar novas estratégias deveriam ser atividades constantes. Vá lá, que seja no final do ano, então. Das minhas metas para 2007, atingi plenamente apenas uma, mas que foi tão bacana que compensou outros objetivos que tiveram de ser adiados. Tudo bem, ano que vem tem mais…
The present now will later be past… for the times they are a changing.




