Feliz Ano Novo

Saturday, 29 of December, 2007

Amanhã vou para a praia, portanto voltarei a postar só no ano que vem.

Que todos os amigos e leitores tenham um ótimo Reveillon e entrem 2008 com o pé direito, pulando ondinhas, comendo lentilha, olhando os fogos de artifício, etc. Não beba até cair, se beber pegue um táxi, cuidado com a velocidade nas estradas, não vá para o fundo e não esqueça o casaco.

E que em 2008 possamos deixar o mundo melhor!

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Veja mais coisas legais para se fazer em 2008 no blog Mude o Mundo, que conheci via Digital Drops.

UPDATE:

E já que eu virei garota propaganda da Sony Ericsson, nada melhor do que deixar minha bola de neve feita no site da marca como felicitação de Ano Novo. Para sacudir minha snowball ou fazer a sua, clique aqui.

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Dica do Eric Messa, via Twitter.

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Category: Cotidiano, Meio Ambiente

Guru do marketing vira boneco

Saturday, 29 of December, 2007

Seth Godin, consigerado o guru do buzzmarketing ou marketing viral, autor de Unleashing The Ideavirus - Detailing the idea of Viral marketing e também blogueiro, agora virou boneco.


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Notou que ele está só de meias? Segundo o release do brinquedo, que você pode comprar aqui, as meias que não combinam são a marca registrada de Godin. Parece que se você tiver uma dúvida sobre como se comunicar com os clientes, é só esfregar a carequinha do boneco para tudo ficar claro.

Se um dia eu for presentear o Rafael Ziggy já sei o que dar! Ou será que existe boneco do Sílvio Santos?

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Category: Marketing, Toys, Viral

Ponha seu Wii no lixo (da minha casa)

Saturday, 29 of December, 2007

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No post anterior, acabei esquecendo de mais um motivo para você usar celulares Sony Ericsson[bb]: segundo o Greenpeace, a marca é um dos fabricantes de produtos eletrônicos que mais respeitam o meio ambiente, juntamente com a Samsung[bb].

Muito lindo, mas tenho que admitir que isso é demagogia minha. A Nitendo[bb] foi considerada a vilã do meio ambiente, justamente por causa dos materiais utilizados no Wii[bb] e no DS, e este fato não diminuiu nem um pouquinho a minha vontade de ter um Wii.

Que jogue a primeira pedra quem desistir do Wii por isso. Ou melhor, joguem esses malditos consoles Wii poluentes do inferno no lixo aqui de casa! Pronto, deixei de ser hipócrita. ;-P

Saiba mais.

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Category: Games, Geek, Meio Ambiente, Tecnologia

Celulares for dummies

Friday, 28 of December, 2007

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Tecnologia em celular nunca foi meu forte. Embora meu pai tenha sido um early adopter da telefonia móvel, a função-telefone sempre foi a predominante na casa. Telefone é para ligar, ora bolas!

Acabei assimilando este pensamento e achando que não tinha motivos para gastar minhas economias em um celular high-tech. O único aparelho que comprei com meu dinheiro foi com desconto de fidelização de conta, saiu por míseros R$ 9,00 e vinha com rádio. UAU! Depois que ele foi roubado com menos de um mês de uso, durante um assalto, acabou sendo definitivamente um baita negócio!

Como fui mais ou menos uma boa menina este ano, Papai Noel Marido resolveu me dar um celular bacana de Natal. Deixou eu escolher e tudo, respeitando um limite bem acima dos nove reais que eu tinha gasto anteriormente. Escolhi um Sony Ericsson W200i, que tem várias funções além telefone, é lindinho e custou até menos do que eu podia gastar. Estou ultra mega hiper feliz com meu brinquedo novo e resolvi me retratar. OK, eu me rendo: é bem legal poder fazer mil coisas comm um celular - embora eu continue achando que precisar, não precisa.

Enfim, para mostrar que estou virando uma mulherzinha moderna, resolvi postar sobre as maravilhas de um celular com recursos bacaninhas por um custo acessível for dummies para não geeks. Se você é leigo em tecnologias para celulares, mas mesmo assim quer fazer mais do que ligar e mandar SMS, descubra alguns motivos para ter um novo brinquedinho favorito igual ao meu.

A marca
Por que Sony Ericsson? Porque é a marca todos os amigos geeks têm e isso deve significar alguma coisa.

O preço
Um Motorola do mesmo preço só tem rádio; um Nokia com recursos parecidos custa pelo menos 100 reais a mais.

A interface
A interface é excelente! Sempre tive Motorola, tinha medo de não me adaptar a uma navegação diferente. Bobagem. A interface do Sony Ericsson é mil vezes mais amigável. O menu é bastante intuitivo e rápido.

Walkman
Reproduz MP3, rádio e vídeos. Eu demorei a perceber onde enfiar os fones de ouvido, já que é preciso conectar um outro cabo de adaptação na mesma entrada do carregador de bateria, mas a qualidade do som é ótima e a organização por artistas e playlists é bem interessante.

Câmera
Dá para tirar fotos e fazer vídeo, mas a resolução é péssima. Melhor que nada, pelo menos dá para brincar com QR Codes. Ah, não tem como tirar o som da câmera, portanto, desista do modelo se seu objetivo é seguir carreira de paparazzi tirando fotos indiscretas por aí. É um pequeno incoveniente para quem tem o hábito de tirar auto-retratos também, seria um mico ficar fazendo isso em público.

Internet
Ainda não testei muita coisa da navegação WAP, mas consegui acessar o gmail, conta do banco e até postar no twitter. Pena que demora muito! Pelo que li, é possível receber RSS e e-mails, mas ainda não testei essas funções.

Mensagens
Mandar mensagens de foto, ou MMS, é fácil. Nunca tinha usado, mas aprendi rapidinho.

Outras coisas legais
O aparelho vem com um cartão de memória de 256MB, mas é possível expandir até 2GB. Tem função viva-voz e função para controle de tempo de ligações, de número de mensagens e envio de dados, o que é ideal para quem tem um plano de conta modesto. Tem um monte de outras bobagens, como papel de parede animado, utilizar imagens para identificar contatos, jogos, escolher toque do alarme, etc.

Convenci?

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Category: Consumo, Geek, Tecnologia

Feliz Natal!

Monday, 24 of December, 2007

Desejo um ótimo Natal a todos os amigos, novos e antigos, que sempre passam por aqui.

Comercial de Natal do Banco Nacional, de 1987. Um clássico!

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Category: Anos 80, Publicidade

Sua vida trouxe você até aqui

Saturday, 22 of December, 2007

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Não, este não é um post sobre a propaganda daquela marca de carro, mas você já parou para pensar como você chegou onde está hoje? Quais foram as decisões e as “roads not taken” que fizeram de você o que você é? Que marcos em sua vida acabaram influenciando todas as suas escolhas? Como se desenvolveu o enredo da sua trama? Qual é a sua história?

Não acredito em acaso. Nossos caminhos não são aleatórios, são resultado de uma rede de acontecimentos e influências que nos empurraram para este lugar, mesmo que a gente não tenha tido tempo ou lucidez para perceber. Sua vida trouxe você até aqui.

Muitas vezes eu me perguntei por que razões escolhi fazer faculdade de jornalismo. Nunca encontrei uma explicação lógica… até pouco tempo atrás. Não posso encher a boca para dizer “eu sempre quis”, “eu sempre soube”, “tá no sangue”, “não poderia ser diferente”. Pelo contrário: até o segundo ano do curso eu me perguntava que diabos fazia no meio daquele bando de malucos. Eu achava tudo um porre!

Lembro claramente do dia em que me inscrevi no vestibular para comunicação social. Eu já cursava Letras na UFPel, mas via como um hobby. Era algo para se fazer enquanto não tinha certeza do que realmente queria. Como tinha tempo livre (ainda mais com as constantes greves do ensino federal) e 80% dedesconto na universidade particular em que meus pais até hoje trabalham, queria aproveitar a oportunidade para escolher o que viria a ser minha verdadeira profissão. Mas qual?

Cresci numa família de profissionais da área da saúde. Pai, mãe, irmão mais velho, cunhada, padrinho, madrinha, agregados da família: todos farmacêuticos. Minhas referências de trabalho sempre foram laboratórios, farmácias e hospitais. Os tios? Médicos, claro. Neste contexto, o que eu poderia querer da vida? Nada mais óbvio do que continuar no ambiente que me era tão familiar, certo? Pois foi justamente a obviedade do caso que começou a me incomodar. Aos 16 anos eu queria meu espaço, queria firmar minha identidade, queria não ser óbvia, queria fazer o que ninguém tinha feito.

No dia da inscrição para o vestibular da UCPel, sentada no bar com a amiga Ludmila, peguei a lista de cursos e pensei: e agora? Farmácia mesmo? Nada, vou é inovar. Mas o que? Hmm.. publicidade parece divertido, mas eu não sou criativa (saiba como reverti esse pensamento)… jornalismo então, eu gosto de ler, de escrever, tem aula de teatro, rádio, foto, deve ser legal e o curso é noturno. Poderei dormir pela manhã. Simples e nada romântico assim. Aparentemente fiz uma das escolhas mais fundamentais da minha vida baseada em argumentos completamente vazios. Eu era uma “sem noção”.

Só que eu disse aparentemente. Pensando bem, a explicação na hora da inscrição foi apenas uma desculpa esfarrapada para uma escolha que eu não sabia como justificar. Mas hoje sei! Ao recapitular alguns momentos da minha história, percebi que por vocação ou destino, não importa, aqui cheguei porque aqui sempre quis estar.


Flashback minha vida me trouxe até aqui


* Mesmo antes de aprender a ler eu era uma apaixonada por livros, culpa dos meus pais: Ziraldo, Monteiro Lobato e Erico Veríssimo eram os autores que eu mais gostava de ouvir.

* Aos oito anos fiz minha primeira aula de informática: Logo (da tartaruguinha, lembra?). E ganhei um MSX de Natal, que está novinho na caixa até hoje! Aos nove tive aula de Basic, mas acabei desistindo porque não entedia nada. Veja bem, os colegas, em média, tinham mais de 15 anos.

* Na 5ª série “trabalhei” no jornalizinho do colégio. O “Jornal do Piá”, que era feito com letra set, máquina de escrever e fotocópia. Na primeira capa que fiz, com as tais “letra set” escrevi “comucação”. Que mico! Tenho isso guardado em Pelotas, postarei.

* Na 3ª série, eu e as mesmas colegas do jornal tínhamos o hábito de criar peças de teatro. Os professores deixavam a gente apresentar no final da aula e até no auditório da escola para outras turmas. Em uma das apresentações, eu, que fazia o papel da protagonista, fiz xixi na calça de tanto rir. Mas isso não vem ao caso.

* Na mesma época eu gravava programas de rádio em fitas cassete: eu apresentava as notícias, fazia a locução dos spots publicitários e cantava as músicas. Um dia, já na faculdade, ouvi uma dessas fitas e quase morri rindo. Eu era bem criativa! Tomara que encontre a tal fita na casa dos meus pais.

* Meu sonho de consumo era uma filmadora e sempre adorei tirar fotos.

* Nas férias, eu viajava com meus pais estudando inglês. Levava no carro os livros e as fitas para treinar durante o trajeto.

* Nas mesmas férias, um dos meus outros passatempos era brincar de redação. Que criança normal brinca de “estudar inglês e fazer redação”? Uma professora de literatura amiga da família, que se não me engano hoje é pró-reitora na PUC-RS, dizia que minha mãe deveria guardar minhas histórias, achava que eu tinha futuro escrevendo.

* Em 94 ou 95 cheguei a usar BBS antes da Internet chegar a Pelotas e eu me viciar no mIRC. Tive PC e internet em casa antes de todos meus colegas – graças a minha mãe que trabalhava na Universidade.

O resto da história é conseqüência. Olhando para trás, me pergunto: por que mesmo eu achava que deveria ser farmacêutica?

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Category: Cotidiano, Jornalismo, Vida

Procrastinar é…

Thursday, 20 of December, 2007

… debochar do assunto sobre o qual se deveria estar escrevendo um ensaio.

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Uma das avaliações da disciplina de Metodologia de Pesquisa consiste em responder à pergunta: por que escrever uma tese? Escrevi a questão no Google para ver o que aparecia. Veja bem: inspiração antes de começar o trabalho, não ouse pensar que eu faria um CTRL C + CTRL V.

Só que aí eu dei de cara com um post genial, chamado Porque NUNCA escrever uma tese. A inspiração foi para as cucuias, mas dei excelentes risadas. Com certeza alguns pontos se aplicam também a quem está quase escrevendo uma dissertação. Mesmo sem ter pedido a autorização da autora, vou reproduzir alguns trechos aqui, espero que ela não se importe. Mas leiam o blog Público e Privado, há textos muito bons lá. Olha a minha culpa… putz, acabei dando um CTRL C + CRTL V descaradamente. Goddamnit! Ô guria mentirosa!

Algumas das Dez razões para você NUNCA escrever uma tese de doutorado

1. A distância da família. Você nunca recupera o tempo perdido. Não recupera os momentos que poderia ter passado com os filhos e com o marido.

3. Você vira uma alienada(o). Enquanto teus amigos discutem livros que você não teve tempo de ler, filmes que você não pode assistir, as últimas medidas do governo, você fica olhando com cara de tonta(o). Os amigos sequer perguntam a tua opinião.

4. Ninguém vai ler a tua tese de doutorado. Convenhamos, quem vai ler as minúcias entediantes do que você escreveu? Olha, dissertações de mestrado até valem a pena ser lidas. Elas são mais gerais, mais soltas, menos descompromissadas, criativas. Menos – a palavra temida – ”acadêmicas”. A tua tese vai colecionar pó nas estantes de uma (ou duas) bibliotecas.

6. As pessoas se frustram com o teu (parco) conhecimento. Presumem que você saiba tudo sobre a tua área de pesquisa. Quando percebem que você hesita, re-avalia e, até mesmo, questiona as próprias idéias, as pessoas te olham de soslaio, suspeitas… Devem pensar, “essa aí, nunca vai ser doutora”. Os alunos, nossa, esses são os primeiros a atirar pedras. Professor tem que saber tudo, pô! :-)

9. Os (des)encontros com a(o) (des)orientador(a). Você passa meses a fio escrevendo, re-escrevendo, deletando, revisando um capítulo e quando, triunfante, consegue um horário com “Vossa Majestade”, os comentários são, geralmente, críticos. Nenhum orientador elogia. E aí… você começa a duvidar da tua própria capacidade. Droga!

MC, com muito carinho receba este post como felicitações minhas por teres entrado no doutorado. Que surpresa, hein? ;-P

UPDATE: O item 9 eu já ouvi falar que é verdade, isso não quer dizer que se aplica ao meu caso, tá bom, Alex?

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Category: Pesquisa, Procrastinar é...

Concurso Relâmpago

Tuesday, 18 of December, 2007

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Vou aproveitar que o número de acessos aumentou um pouquinho em função do Judão Tchananã Awards e das declarações de @noescuro para fazer minha primeira promoção aqui no blog. Mas é uma promoção relâmpago: acaba amanhã ao meio-dia.

Eu ganhei 10 vales milk-shake do Bobs, como falei em outro post. Só que eu não consumi todos e vou viajar, e como eles são válidos até dia 31/12, vou dar dois para quem me ajudar a escolher um presente legal de amigo secreto para um colega de trabalho do sexo masculino com mais de 25 anos. Só que vou comprar o presente amanhã ao meio-dia, então tem que responder agora!

Ah, o presente é de R$ 20,00 a $40,00 e vou escolher a resposta mais coerente que eu realmente possa comprar amanhã aqui em Porto Alegre.

Boa sorte!

UPDATE: em caso de falta de respostas legais eu dou os vales pro cara!

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Category: Promoção

Autor

Gisele Honscha. 27 anos. Gaúcha. Mestranda em Comunicação e Informação na UFRGS. Especialista em TICs. Publicitária & Jornalista. Blogueira desde 2002. Mãe do Johann. Mulher do Rodrigo. Fã dos livros de Ítalo Calvino, da música do The Gathering e do filme Forrest Gump. Nerd & Proud.