Friday, 31 of August, 2007

Ontem fiz um post enoooorme sobre uma notícia a respeito de blogs. Mas como fiz direto no editor do wordpress, adivinhe? Deu pau e perdi tudo. Quando eu tiver tempo de novo, postarei. Mas para o Blog Day, vou aderir à meme. Minhas indicações, não consegu ficar com 5:
Planners from Mars
Blog do meu colega de trabalho Keid. Posts basicamente sobre publicidade e comunicação digital.
Substantivolátil
Blog de uma estudante de jornalismo que eu não conheço, mas gosto dos textos dela.
Senhas
Da minha colega e amiga Taís, novata no mundo dos blogs, mas uma guria cheia de idéias e bons textos.
Fabrício Carpinejar
Meu novo autor favorito, acho que ele tem um quê de Calvino em seu estilo. Dica da Taís.
Ah! Tri Né!
Bog da Dani, não tem como não rir das pérolas que ela acha!
Bicho de Goiaba
Blog sobre publicidade, dica do Keid.
Blog da Bárbara
O melhor blog sobre sexo que existe.
Blog Rexona
Porque sim, deixa pra lá.
Como funciona:
1. Procure 5 blogs que ache interessantes;
2. Avise 5 blogueiros sobre o Blog Day 2007;
3. Escreva uma pequena descrição sobre cada recomendação e aponte o endereço;
4. Faça a postagem só no dia 31 de agosto;
5. Adicione a tag (marcador também) do Blog Day no seu blog.
Category: Uncategorized
Tuesday, 28 of August, 2007

They say I gotta learn
But nobody’s here to teach me
If they can’t understand it, how can they reach me?
Como alguns leitores sabem, um dia eu fui an English teacher, daquelas formadas em Letras e tudo mais. Lecionar é algo que sempre me deu muito prazer. Por mais trabalhoso que fosse, era mais do que gratificante preparar uma aula pensando no perfil do aluno e, ao final, sentir que os objetivos haviam sido alcançados.
Graças aos excelentes professores que tive na licenciatura, aprendi que um bom warm up ajudava os alunos a esquecerem o mundo lá fora e ficarem receptivos aos trabalhos propostos. Descobri também que uma aula bem planejada deve ter um fio condutor, ou seja, é preciso haver uma sequência lógica nas atividades, uma coisa tem que levar à outra, a aula não pode ser apenas uma colagem de exercícios aleatórios. E no final, é bom que haja um fechamento: mostra que as tarefas aconteceram conforme o esperado, permite ao professor verificar se os objetivos foram atingidos e faz com que os alunos deixem a aula com uma sensação agradável, de preferência com vontade de voltar para o próximo encontro. Falando parece fácil, e até óbvio, mas juro que não é tão simples.
Enquanto eu era aluna em Letras e professora no Yázigi, percebia que toda essa teoria que eu estudava e tentava aplicar no ensino do inglês era totalmente ignorada pela maioria dos meus professores no curso de Comunicação. E eu tinha - e ainda tenho - plena convicção de que esses pequenos detalhes teriam feito muita diferença caso meus professores jornalistas e publicitários tivessem parado um minuto para preparar uma aula agradável e interessante.
Justamente dessa insatisfação com as aulas de alguns professores da Ecos é que nasceu em mim o desejo de deixar a carreira de teacher para um dia ser mestre em um curso de comunicação. Diversas vezes me peguei analisando o modo de lecionar (ou de fazer de conta) de alguns professores e pensando “se fosse eu, faria assim, assado, traria isto, aquilo e iria lá e acolá”. Eu sei que alunos são os seres que mais reclamam no universo, até mesmo porque há anos estou nesta condição que me parece crônica, mas sonho com este desafio de um dia saber que alunos de uma disciplina de um curso de comunicação sairam da aula felizes e empolgados porque cumpri meu papel de mestre da melhor forma possível. 
Category: Educação
Wednesday, 22 of August, 2007
A mesma Veja Tecnologia de que falei no post anterior traz também uma mini-entrevista com Steven Johnson, disponível online (a entrevista). Obviamente a Veja não é melhor local para encontrarmos revelações e argumentações brilhantes de qualquer autor, mas ler o Steven é sempre bom. Meu tecnófilo preferido!
Acredito que os games e os sites de relacionamento têm efeito positivo sobre as pessoas. Preciso admitir, contudo, que essa possibilidade ainda não foi testada de nenhuma maneira científica. Nós temos pouca informação sobre o assunto porque quase todos os estudos de exposição à mídia eletrônica foram focados na busca de pontos negativos. Seria interessante ver uma pesquisa que tivesse como objetivo os aspectos positivos. Ou, vá lá que seja, que fosse feita com neutralidade.
Então? Algo a declarar?
Category: Uncategorized
Wednesday, 22 of August, 2007

Na Veja Tecnologia deste mês uma reportagem denuncia que uma cidade da China vive do lixo digital dos outros. Os habitantes locais buscam os metais presentes nas placas de circuitos eletrônicos, como o ouro, o problema é que o solo e a água do local estão contaminados por conta dos metais pesados. Imagine, não há água potável em um raio de 50 km ao redor da cidadezinha.
E quem se importa? Pelo jeito os grandes países que poderiam estar investindo na solução deste problema, não. Segundo a Veja, 70% do lixo eletrônico é enviado à China gratuitamente pelos EUA e países da Europa. Presente de grego, hein?
Achei triste, principalmente porque um dia antes eu tinha escrito sobre uma empresa que recicla estes materiais, transformando-os em brincos, relógios, cadernos e etc. Pena que atualmente o que está na moda é o aquecimento global, senão garanto que eles venderiam horrores!
Category: Geek, Meio Ambiente, Tecnologia
Sunday, 19 of August, 2007

… fotografar quando se deve ler.
Estreando o blog novo com uma homenagem à Penkala.
Category: Procrastinar é...